Já com um dia de atraso, a C70 deseja a todos um Verão em grande.
22 junho 2007
20 junho 2007
Jump, they say
QUEM NÃO SALTA É LAMPIÃO, OLÉ.
São elas:
1) o reumático;
2) as artroses;
3) a osteoporose;
4) os joanetes;
5) já não se lembram como se faz.
à(s)
00:26
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19 junho 2007
El Matador
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22:54
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Etiquetas: Bola
Quote of the day - Pulp / Help the lamps
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13:18
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18 junho 2007
Hate you as I like 04

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22:09
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Etiquetas: Hate
17 junho 2007
Back to basics
PS: reparem no tributo aos dois semi-deuses do rock, entre os 3.19' e os 3.26'. É bonito e fica bem saudar quem merece ser saudado.
à(s)
23:40
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Etiquetas: 70's
14 junho 2007
Quote of the day - Spiritualized / Come together
First he jumped and then he looked
The tracks of time, these tracks of mine
Little Johnny's occupied
Come on, come together
Um post num blogue amigo trouxe-me à memória esta canção de um dos melhores discos de 1997 (de resto, um ano fracote). O tal disco com uma edição especial em que vinha embalado numa caixa de medicamento.
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11:21
4
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13 junho 2007
Blown to hell, crash!
Belo concerto, olé se foi, apesar de as manas catatuas para variar se terem desentendido em palco. Vai-se a ver ainda foi por isso que ficámos sem Gigantic.
à(s)
21:27
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12 junho 2007
O diabo no corpo
Quanto mais vezes ouço este disco, mais me convenço que lá pelos idos de 88-89 o Chifrudo andou por Manchester. E fez um trato com 4 rapazes.
à(s)
21:33
5
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06 junho 2007
A girl called Ronnie
So won't you say you love me,
I'll make you so proud of me,
we'll make 'em turn their heads every place we go!
à(s)
23:50
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05 junho 2007
Quote of the day - Mazzy Star / Fade into you
I want to hold the hand inside you,
I want to take a breath thats true
I look to you and I see nothing,
I look to you to see the truth
Fade into you,
Strange you never knew
à(s)
00:13
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03 junho 2007
Quote of the day - The Auteurs / Show girl
Os Auteurs foram uma das melhores bandas da primeira vaga britpop. Infeliz e injustamente nunca subiram à primeira divisão, e ficaram sempre na sombra dos Suede. É verdade que Luke Haines não tinha a voz nem o carisma de Brett Anderson, mas não lhe ficava a dever em termos de composição.
31 maio 2007
Quote of the day - Kinks / Wonder boy
Its the real McCoy, wonder boy.
Boa sorte, wonder boy, foi pena não teres tido tempo para mostrar mais habilidades por cá.
à(s)
10:31
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29 maio 2007
Eternal life
Foi-se há 10 anos, nas águas de um afluente do Mississipi. Merda.
à(s)
11:50
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27 maio 2007
O' happy days (3)
80 min. Eu ainda gritava o golo anterior. Depois das comemorações, Madjer tem que ser assistido fora do campo. Quando se prepara para reentrar, Ribeiro Cristóvão diz que se calhar estará incapacitado para os minutos que faltam. Mal entra, o argelino faz só isto ao lateral direito do Bayern:
Passei a noite na rua e ao raiar do dia fui às Antas receber a equipa. Não é por acaso que o dia 27 de Maio de 1987 está desde o início presente no banner da C-70. Provavelmente nunca o futebol me dará outra alegria como esta. Obrigado, FCP.
à(s)
23:57
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Etiquetas: Bola
O' happy days (2)
à(s)
12:04
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Etiquetas: Bola
26 maio 2007
Lila Downs@Guimarães
à(s)
10:48
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23 maio 2007
Quote of the day - Cure / A forest
Suddenly I stop, but I know it's too late
I'm lost in a forest all alone
The girl was never there, it's always the same
I'm running towards nothing,
Again and again and again...
....
... and again, and again.
à(s)
22:37
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What goes on
Ainda quanto a novidades, Icky Thump, o avanço para o novo dos White Stripes é uma grande desilusão. Parece escrito de improviso e gravado ao primeiro take, entre umas cervejas e dois discos dos AC/DC. Até pode ser que me habitue, mas para já parece-me banal e desinspirado. Outra desilusão é Bird Flu, o novo da nossa querida M.I.A. Muito longe dos gloriosos Galang ou Sunshowers.
E fiquem todos muito bem.
à(s)
01:17
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Etiquetas: Novas
22 maio 2007
O' happy days (1)
à(s)
10:22
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Etiquetas: Bola
21 maio 2007
Quote of the day - Grandaddy / Now it's on
Bust the lock off the front door
Once you're outside you won't want to hide anymore
Like the light on the front porch
Once it's on you're never wanna turn it off anymore
And now it's on,
NOW IT'S ON!
Este ano custou, mas finalmente está arrumado. O Filipe já é tetracampeão.
Alguns adeptos (não todos, naturalmente) de certo e determinado clube de bairro têm aqui uma pequena dedicatória, cortesia da C-70.
E não precisam de agradecer.
à(s)
00:45
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14 maio 2007
This is the way, step inside
à(s)
23:53
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Etiquetas: Bota-discos
12 maio 2007
"Estou sujo, roído dos piolhos...



10 maio 2007
Especial Guilherme
à(s)
12:55
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06 maio 2007
Mothers of the world, unite!
Que sejam como a mãe da Stacy,
não como a do Kyle.
à(s)
12:47
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05 maio 2007
Put your Wray Gunn to my head

Gun = Arma.
Raygun = arma de raios; artefacto utilizado amiúde por alienígenas em filmes e séries de ficção científica posteriormente considerados/as "de culto".
Wray = Segundo nome do guitarrista Link Wray, percursor de múltiplas formas de utilização da guitarra eléctrica no rock (distorção, fuzz) a partir de meados dos anos 50. Morreu em finais de 2005.
Gunn = Segundo nome do personagem principal da série Peter Gunn, cujo tema-título (escrito por Henri Mancini) todos nós conhecemos e trauteamos de quando em vez, e que tem sido alvo de N versões. Talvez a mais conhecida seja a dos Art of Noise, com a colaboração do veterano Duane Eddy (e que além de tudo tem um belo clip). Também era um jogo para o ZX Spectrum, mas nunca cheguei a perceber como se jogava.
Wraygunn = Segunda melhor banda portuguesa da actualidade, que mistura surf-rock, soul, R'n'B, gospel e o que mais se lembrar num caldeirão irresistível. São liderados pelo grande Paulo Furtado, a.k.a. Legendary Tiger Man, a.k.a. "o chefe".
Tocam esta noite no Plano B, à Rua Cândido dos Reis, na Invicta, e trazem na mala o seu novo álbum, Shangri-la.
Programa imperdível, para depois do FCP-Nacional no Dragão e da francesinha no Degrau.
à(s)
16:43
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03 maio 2007
Quote of the day - Whipping Boy / When we were young
of love nor sex nor warnings
Everyone was hanging out, everyone was sorted
When we were young nobody knew
Who you were or what you'd do
Nobody had a past that catches up on you
Amanhã tenho um jantar de curso, o primeiro a que vou. Este ano faz quinze anos - QUINZE ANOS, CARAÇAS!!!!! - que acabei o curso e me vim embora de Coimbra. Nunca mais vi grande parte dos meus colegas de curso. Como estarão depois de 15 anos? Barrigudos e carecas, ou elegantes e charmosos aqui como moi?
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22:58
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30 abril 2007
Pai babado é....

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15:15
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29 abril 2007
A riot of my own... 30 years now
The Clash, o álbum, foi gravado numa pressinha, ao longo de 3 ou 4 fins de semana. Como acontece com quase todos os discos que atingem um estatuto mítico, circulam inúmeras histórias sobre a sua gravação, como a que diz que quando a banda apareceu no estúdio com as roupas meticulosamente rasgadas e pintadas (sim, eles eram cool e ligavam muito às aparências) foram tomados por trolhas e enviados para uma sala que estava em obras. Ou a que conta que ao ver a Fender de Joe Strummer colada em várias partes com fita adesiva, um executivo se apressou a mandar vir uma guitarra novinha em folha, que o mesmo Strummer destruiu de imediato.
Mick Jones terá dito, a propósito das gravações, qualquer coisa como "I was so into speed I don't even recall making that album". Verdade ou exagero, o facto é que o sentido de urgência deste disco, de se ter algo a dizer muito alto e muito depressa, só podiam encontrar um paralelo razoável numa banda nova-iorquina, também com um conceito particular do cool, que também dizia rapidamente (por vezes demasiado rapidamente) o que tinha a dizer: os Ramones, claro. Mas ao contrário destes (e do punk nova-iorquino em geral, uma onda mais trendy e intelectualóide que se movia por galerias de arte e privava com poetas beat), os Clash (e o punk britânico em geral, vindo da rua, das filas do dole, dos bairros sociais e do fim dos restos de um império que percebia que tinha deixado de o ser) incluíram desde o início temas políticos (entendendo-se aqui expressão no sentido mais amplo) na sua agenda. O confronto (“clash”, em inglês) com a autoridade é o fio condutor destas canções, seja ela a polícia, os políticos incapazes de motivar as novas gerações, o papão americano ou os executivos das editoras. O importante era erguer o dedo médio a quem se atravessasse no caminho da revolução.
Não é fácil fazer uma apreciação individual às 14 ou 15 canções deste disco. Por um lado, a sua qualidade não é um modelo de consistência, havendo alguns temas a roçar o banal no meio de verdadeiros e genuínos clássicos como (para citar temas não citados a outro propósito) White Riot, Janie Jones (de que os Babyshambles fizeram uma bela versão), Carreer opportunities ou What´s my name. Por outro lado, a edição americana retirou 4 temas da edição inglesa (mantendo, com uma admirável fleuma, a incendiária I’m so bored with the USA) e acrescentou 5 faixas entretanto editadas em EP's. Curiosamente, não estava prevista uma edição do disco nos USA, prevendo-se que a importação de cópias seria suficiente para satisfazer as encomendas; só quando as importações atingiram os 100.000 exemplares é que os executivos da CBS mudaram de ideias. É esta, aliás, a edição que eu tenho, e que normalmente se encontra por cá. E embora seja uma adulteração da edição original (sendo que, de qualquer forma, o punk sempre viveu mais de singles do que de álbuns) a qualidade das canções está longe de ficar a perder. Basta dizer que dessas cinco “novas” canções, três são a fantástica versão para I fought the law, outrora celebrizada pelo malogrado Bobby Fuller (canção que assentava que nem uma luva à imagem de cowboys justiceiros que os Clash queriam assumir, quais Jesse James em cruzada contra o imperialismo capitalista), a brutal Complete Control (manifesto contra as pretensões ditatoriais da editora, que supostamente concedia à banda total liberdade artística, mas que depois decidia quais os temas a editar, a incluir e a excluir) e (White man in) Hammersmith Palais, um dos temas mais carismáticos do reggae branco de que os Clash foram precursores. Aliás, já na versão inglesa do disco vinha incluída uma versão magnífica de Police and thieves, de Junior Murvin. Não nos esqueçamos que Londres – e em particular a zona de Notting Hill e Portobello, onde os membros da banda residiam – tem uma numerosa população caribenha, razão pela qual o punk e a new wave ingleses (contrariamente ao norte-americano) sempre andaram de mãos dadas com o reggae e o ska. Que o digam os Specials, os Madness, Joe Jackson, Elvis Costello, os Pretenders, os Bad Manners, os Police & etc, etc, etc....
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00:42
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Etiquetas: 70's, Datas, Punk / New-wave
19 abril 2007
All I know is that... there were rumours
Vamos aguardar. Entretanto fiquem com um cheirinho do que poderão ver e ouvir, e abram o vosso coração a estes senhores.
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15:49
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Etiquetas: 80's
18 abril 2007
16 abril 2007
Play-doh rock'n roll

E depois dizem que Deus não existe.
12 abril 2007
Quote of the day - Los Planetas / Pesadilla en el parque de atracciones
Quiero que sepas que me he acostumbrado
a tus putas escenas de "ahora me largo"
Largate ya de verdad que seria una suerte
si no vuelvo a verte en los proximos años
Y quiero que sepas que espero que acabes colgando de un pino
cuando veas lo imbecil que has sido
cuando veas que lo has hecho fatal
Y que quiero que sepas que ha sido un infierno estando contigo
Que el infierno no es tanto castigo
Te pareces bastante a Satan
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22:27
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Etiquetas: 00's, Bola, Espanholadas, QOTD
06 abril 2007
Quote of the day - Nick Cave and the bad seeds / Foi na cruz
Foi na cruz, foi na cruz que um dia
meus pecados castigados em Jesus,
foi na cruz que um dia, foi na cruz
30 março 2007
Peel slowly and see... 40 years now!
2007 é um ano de efemérides. Já vos falei dos 60 anos do grande Camaleão, mas há mais gente e, sobretudo, muitos discos que fazem aniversários redondos neste ano da graça de NSJC.Algures em Março de 1967 (a maior parte das fontes fala do dia 12, algumas do dia 15) foi editado nos EUA um disco que 40 anos depois seria considerado por muita e muito boa gente como o melhor, mais importante e mais influente disco da história do Rock. O disco com uma das capas mais carismáticas jamais editadas, ainda que já sem a banana rosa por baixo do autocolante (parece que a edição de vinil japonesa ainda continua a ser assim; alguém vai ao Japão?). O tal disco do qual se diria (a frase é atribuída a Brian Eno) que "poucos foram os que o compraram, mas todos formaram uma banda". Lamento contrariar o autor, mas conheço pelo menos uma excepção. E até já comprei uns 4 ou 5 exemplares.

O disco termina com as duas faixas mais marcadamente experimentais, que prenunciam o caos que chegaria no ano seguinte com White light/White heat. Na primeira, o anjo da morte convida-nos a escolher entre tudo o que não vale a pena, para nos fazer ver que nada vale a pena e que a melhor escolha é partir. Choose to go. Na segunda, dedicada ao seu professor preferido (o poeta Delmore Schwartz), Reed faz uma (então) rara incursão na poesia mais social ou política (forma em que atingiria a quase perfeição mais de 20 anos depois, no colossal New York). O curto texto fala, muito vagamente, do desencanto com uma América conservadora e obcecada com o sucesso. Mas em que, de repente, nos podem levar o nosso belo carro azul e as paredes verdes, you'd better say so long, hey hey, bye bye bye... Uma América (já) sem as referências humanistas dos pais, aqui transformados em filhos pela soberba de quem descobriu que dinheiro e arsenal são poder.
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14:53
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28 março 2007
Assobiar às suecas faz comichão nas cuecas (provérbio lapão)
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23:31
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24 março 2007
23 março 2007
Quem assobia não bate na tia (provérbio transmontano)
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00:46
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20 março 2007
Quote of the day - Dinosaur Jr. / Feel the pain
I feel the pain of everyone
and then I feel nothing
Estou com uma &%#$ duma dor de dentes que nem vejo. Sem exagero, dói mais que os golos do Tello e o do Petit juntos.
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23:16
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16 março 2007
14 março 2007
A hora do slow
Um slow, antes de tudo o mais, tem de ser uma canção de amor lamechas. Não basta ter um tempo lento, propiciando o arrastamento de pés; a temática deve também ser propícia ao arrastamento de mãos e ao esfreganço geral. Não passa pela cabeça de ninguém chamar slow a coisas como o Fade to grey ou o Tokyo song.
Depois, um slow tem que ser uma coisa simples, que entre bem no ouvido e que tenha uma mensagem clara, tipo “me tarzan, you jane”. Slows com muita poesia distraem do essencial; e com uma música complicada perturbam o piloto automático. Um slow tem que ser 100% pop, sem grandes pretensões artísticas. Sejamos claros: é um tipo de canção com uma função específica, e essa função não é fazer-nos pensar no sentido da vida.
Mais do que isso: tem que ser, no mínimo, ligeiramente azeiteiro. Coisas como o I know it's over, o Killing Moon ou o Are you ready to be heartbroken não servem, são demasiado boas. Mas há, evidentemente, casos de fronteira – por exemplo, o Souvenir deve ou não ser admitido a concurso? Inclino-me para o não, embora com dúvidas.
Finalmente, só é um slow a sério uma canção que toda a gente conheça. Nada de faixas escondidas ou de lados-B desconhecidos. Tem que ser como a pasta medicinal Couto e andar na boca de toda a gente. Tem que ser um single, e de sucesso. Daqueles que agora pode passar nos programas da noite da RFM ou no Rádio Clube Português.
Posto isto, aqui vai o top-10 que de momento me ocorre. E desde já aviso que vai ter muitas falhas, porque não estive a pensar nisto muito tempo.
E não se esqueçam: eu avisei que são cenas muito azeiteiras.
10 – Spandau Ballet / True
09 – Imagination / Body talk
08 – Berlin / Take my breath away
07 – Madonna /Crazy for you
06 – Bryan Ferry / Slave to love
05 – Cars / Drive
04 – Duran Duran / Save a prayer
03 – George Michael / Careless whispers
02 – Prince / Purple rain
E em número 1…
Um regalo para os ouvidos. E porque não dizê-lo, em algumas passagens também para a vista.
Jim Diamond / I should have known better
Century / Lover why
Scorpions / Still lovin’ you
Foreigner / I want to know what love is
Chris de Burgh / The lady in red
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01:03
17
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08 março 2007
Sim, Sr. Ministro
Com aquela pêra até parece um guarda-redes que deu um frango jeitoso num jogo da Liga dos Campeões desta semana. E feriu Zé, feriu Zé.
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23:10
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06 março 2007
Quote of the day - Nico / Chelsea girls
Here's Room 115, filled with S & M queens
Magic marker row, you wonder just high they go.
Here they come now
See them run now
Here they come now
Chelsea Girls
'Bora papá-las!
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12:27
3
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27 fevereiro 2007
25 fevereiro 2007
Quote of the day - Smiths / How soon is now?
you could meet somebody who really loves you
so you go, and you stand on your own,
and you leave on your own,
and you go home, and you cry and you want to die.
When you say it's gonna happen "now",
well, when exactly do you mean?
See I've already waited too long,
and all my hope is gone...
Provavelmente a Uncut deste mês tem razão, e esta é mesmo a melhor canção de entre as imensas canções perfeitas que os Smiths nos deixaram. E também, com certeza, a mais carregada de esperança.
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00:39
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21 fevereiro 2007
Quote of the day - Dead can Dance / The Carnival is over
Outside the circus gathering
Moved silently along the rainswept boulevard.
The procession moved on, the shouting is over,
the fabulous freaks are leaving town,
they are driven by a strange desire
Unseen by the human eye.
Someone's calling,
the carnival is over
à(s)
00:30
3
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17 fevereiro 2007
09 fevereiro 2007
Caixa de Clips 010 - Talking Heads / Crosseyed and painless (1980)
à(s)
23:57
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Etiquetas: 80's, Caixa, Punk / New-wave
Quote of the day - Cornershop (feat. Paula Frazer) / Good to be on the road back home

à(s)
00:26
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03 fevereiro 2007
Até para a semana
e portem-se bem na minha ausência.
à(s)
01:13
7
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Etiquetas: 70's, Cenas, Punk / New-wave
31 janeiro 2007
Howe Gelb @ Theatro Circo
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12:25
2
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Etiquetas: Concertos
30 janeiro 2007
Quote of the day - Beck / Devil's haircut
Somethings wrong 'cause my mind is fading
Ghetto-blasting disintegrating
Rock 'n' roll, know what I'm saying
And everywhere I look there's a devil waiting
Got a devil's haircut in my mind
à(s)
23:13
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Quem assim canta a TV espanta
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01:42
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27 janeiro 2007
É só para lembrar...

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01:07
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Etiquetas: Bota-discos
25 janeiro 2007
21 janeiro 2007
Discos Perdidos 06 / Jonathan Richman - I, Jonathan (1992, Rounder)
I, Jonathan foi lançado em 1992, o momento do crossover entre o alternativo e o comercial com a bomba Smells like teen spirit e a explosão do grunge, a que se seguiria pouco depois a do britpop. Correntes associadas a bandas que passavam por alternativas, mas que vendiam que nem pão-de-ló, e que normalmente escreviam sobre temas caros aos adolescentes: neuroses, desemprego, depressões, males de amor, complexos de adolescentes, I'm so ugly, She's so high, I'm your Zero e patatipatata. Nessa altura, Jonathan Richman fez o que tinha a fazer: continuou o seu caminho sem se importar com o último grito da moda. Apareceu com um disco num registo completamente lo-fi, mas sem quaisquer pretesões arty, que parece gravado na cave de algum amigo, com canções simples sobre coisas simples. O disco abre com uma linha de baixo que traz imediatamente à memória o Summer Nights cantado muitos anos antes por Olivia e Travolta, e nessa canção faz-se imediatamente o manifesto de intenções: “Hi everybody! I'm from the 60's, the time of Louie Louie and Little Latin Lupe Lu. And I know we can't have those times back again, but we can have parties like there were then. We need more parties in the USA!” Afinal, não é isso que interessa?
O disco desfia continuamente pequenas pérolas, entre homenagens à maior de todas as bandas (“How in the world were they makin’ tht sound?... Velvet Underground!”), apelos à paz no mundo e no lar (“You can't talk to the dude and that's no longer in style, you can't talk to the dude, no this no es normal.") e memórias da juventude (“Oh, the ancient world was in my reach from my Rooming house on Venice Beach”). Mas há dois momentos claramente superiores. O primeiro, que podem ver aqui em baixo numa versão ao vivo, é a genial I was dancing in a lesbian bar, uma das canções mais uplifting dos anos 90. O segundo é talvez a melhor canção que este senhor jé escreveu (e a concorrência é forte), e chama-se That summer feeling. Nem sequer vou tentar descrevê-la, porque é demasiado perfeita. Ouçam-na, se quiserem. Esta manhã estava a ouvir este álbum e apareceu lá por casa um amigo que tem a sorte de ter o maxi-single dessa maravilha. E disse que esse vinil, o último que teve depois de centenas de vinis comprados, emprestados e gamados no Corte Inglês (de Vigo) entre os 10 e os 25 anos veio fazer a síntese final de todos os outros. Belas palavras... but I guess that’s why they call him an artist!
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23:22
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Etiquetas: 90's, Discos Perdidos, Punk / New-wave
16 janeiro 2007
classe_de_70@radio_bar
Desta vez é ao sábado. E não vou estar sozinho.
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23:05
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Etiquetas: Bota-discos
12 janeiro 2007
Quote of the day - Triffids / Bury me deep in love (1987)
You may lose me on the east face
You may lose me on the west
I may be covered over in the night
Bury me deep in your love, yes!
Bury me deep in love, bury me deep in love
Take me in, hide me under your skin, bury me deep in love
.. porque a pop perfeita existe, mesmo vinda lá do outro lado do mundo.
à(s)
01:32
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10 janeiro 2007
Fun, fun, fun
à(s)
00:39
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08 janeiro 2007
Just a mortal with potential of a Superman
A criação do mundo
Diz que foi assim que tudo começou.
Muito obrigado, por tudo.
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19:52
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Etiquetas: Vénias
The Kings were born
Nick Cave, "Tupelo" (Live 1994)
The Clash, "Guns of Brixton" (live)
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01:04
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Etiquetas: Bowie, Cave, Datas, Punk / New-wave, Vénias
06 janeiro 2007
Pela amostra...
Já anda por aí há algum tempo o futuro Bloc Party, chamado A weekend in the city. Ainda não o ouvi com a atenção que merece o sucessor desse colosso chamado Silent Alarm, mas tenho gostado bastante do que tenho ouvido - ao contrário da maioria das críticas, quase unânimes no bota-abaixo. Parece-me que vai ganhando com cada nova audição e à medida que vamos conhecendo as canções, tal como acontecia com o seu antecessor, longe de ser um disco imediato (embora hoje me pergunte como é que não me entrou logo). Se é um sucessor digno ou não, logo se verá.
Mais recentemente, apareceu no ar o futuro LCD Soundsystem, que pelos vistos se chamará Sound of Silver. E bem se podia chamar Sound of Platinium, porque está potentíssimo. Não quero ser precipitado, mas parece-me melhor do que o anterior, e desde já um forte candidato ao caneco de 2007. Não por acaso, uma influente figura do rock tuga dizia no Fórum Sons que este era o melhor disco de... 2006. Entre piadas a quem pensa que eles são ingleses e declarações de amor a NY, o rapaz James lá vai arrancando umas pestanas, e a gente vai batendo o pé.
Neste preciso momento estou a ouvir o disco de estreia dos Grinderman, de que já tinha falado há uns meses. Estas coisas precisam sempre de algum tempo para amadurecer, mas há uns anos que a primeira audição de um disco deste homem não me soava tão bem. E isso é muito reconfortante. Não há propriamente uma mudança de estilo em relação ao que fazia com os Bad Seeds, nem um regresso radical à atitude blues hardcore do início de carreira, mas parece ter bem mais "guts" do que as últimas coisas feitas pelo cavalheiro Nicholas Edward Cave. And that's the way we like him.
Mas há mais. Está para breve o álbum dos The good, the bad and the queen (pergunto-me quem será quem), o novo devaneio de Damon Albarn, agora com o baixista mais cool da história do rock (sim, o que aparece a partir o instrumento - salvo seja - na capa do London Calling) e Tony Allen, o baterista de Fela Kuti que se diz ter sido o inventor do afrobeat. É um dos discos mais antecipados dos últimos anos, o que normalmente não joga muito a favor da recepção que acaba por ter (aposto que vai ter 5 estrelas na Uncut, vai ser apregoada como o disco salvador do Sec. XXI, e depois ninguém se vai lembrar dele nas listas de fim de ano). Por mim, espero que seja melhor do que prometem os dois singles de estreia, que ainda não me convenceram. Cheira-me a muito hype e pouca uva. Também estão para chegar (literalmente a chegar, if you know what I mean) os novos dos Air e da simpática Carla Bruni. Em teoria, pelo menos, parecem ser boas notícias. Let's wait and see.
Bom dia de Reis para todos.
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00:02
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Etiquetas: Novas
03 janeiro 2007
Put your raygun to my head
à(s)
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02 janeiro 2007
Prémios da Grande Gala C-70
Chega de suspense, vamos conhecer os laureados:
Álbuns nacionais
1 - X-Wife / Side effects
2 - Linda Martini / Olhos de Mongol
3 - Legendary Tiger Man / Masquerade
4 - Dead Combo / Quando a alma não é pequena
5 - Balla / A grande mentira
25 malhas de 2006, sem ordem exacta
Primal Scream / Country girl
Camera Obscura / Lloyd, I'm ready to be heartbroken
Scissor Sisters / I don't feel like dancing
Pipettes / Pull shapes
X-Wife / Ping-pong
CSS / Let's make lofe and listen to death from above
Gnarls Barkley / Crazy
Basement Jaxx / Take me back to your house
Rapture / The devil
Killers / Read my mind
Femme Fatale / Berlin
Balla / Outro futuro
Elefant / Lolita
Sonic Youth / Incinerate
Lemonheads / Rule of three
Eagles of Death metal / Cherry Cola
Lily Allen / Smile
Wolfmother / Woman
Yeah yeah Yeahs / Cheated Hearts
Spinto Band / Oh Mandy
Peter, Bjorn & John / Young folks
Raconteurs / Steady, as she goes
Kasabian / Shoot the runner
Cat people / Mexican Life
She Wants Revenge / Tear you apart
Prémios especiais da Grande Gala C-70
Prémio "nos juniores era muito bom" - Adam Green
Prémio "esperaba un poquito más de ti" - Strokes
Prémio "quero lá saber que seja azeiteiro ou que o Mike Patton não goste" - Wolfmother
Prémio "levados ao colo" - TV on the Radio
Prémio "o que é que eu não percebi?" - Celebration & Final Fantasy, ex-aequo
Prémio "não batam mais no ceguinho" - She Wants Revenge & Killers, ex-aequo
Prémio "OK, a gente explica outra vez como se faz" - Lemonheads & F.C.Porto, ex-aequo
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Etiquetas: Listas
31 dezembro 2006
Um 2007 DO C****** para todos!!!!!
A C70 deseja a todos os amigos, colegas, visitantes, clientes e fornecedores que 2007 lhes seja incomparavelmente mais agradável do que foi 2006. Fiquem bem, todos!
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Etiquetas: Festa
28 dezembro 2006
And the winner for best 2006 album is...
Seguem mais 25 álbuns de que gostei bastante, ou mesmo muito. A maioria deles é mais ou menos consensual embora alguns, para meu grande espanto, estejam ausentes das listas que tenho visto. Não estao propriamente por ordem nem a salvo de um qualquer esquecimento embaraçoso, e ficam sujeitos a futuras reapreciações. Naturalmente que se voltar a fazer a lista amanhã não sairão exactamente os mesmos, mas aí é que está a piada destas merdas, certo?
Esta lista tem só álbuns internacionais. Um dia destes será postada a dos nacionais, necessariamente mais curta.
E claro está, houve com toda a certeza muita coisa boa que ainda não me passou pelas (aliás grandes) orelhas, incluindo coisas que têm sido gabadas por gente de bom senso e bom gosto. Em 2007 haverá tempo.
Fico à espera das vossas listas. Homem que é Homem (com agá grande, de forma a incluir as mulheres) faz a sua lista de fim de ano.

PS - os mais atentos perguntam-se: ó colega, então e o Tom Waits? Eu respondo: uma colectânea não pode entrar nesta corrida, nos termos das regras da IFBAYL (International Federation of Best Album of the Year Lists).
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Etiquetas: Listas
19 dezembro 2006
C70@ Radio, 5ª feira - 21/12
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Etiquetas: Bota-discos
18 dezembro 2006
Ho Ho Ho!, Santa Joe has arrived!
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15 dezembro 2006
Seasons' greetings 02
- Well, so could anyone... You took my dreams from me when I first found you.
- I kept them with me, babe, I kept them with my own. Can't make it all alone, I built my dreams around you!
Nunca ouço este bocadinho desta canção sem quase verter uma lágrima. Sem grande contestação nem sequer grande concorrência, é melhor canção de Natal escrita nos últimos 30 anos.
Shane MacGowan, o maior poeta desdentado do punk-folk.
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12 dezembro 2006
O vento é ruim e os casamentos foleiros, mas a música é do caraças

Cat People - Reel #1

Femme Fatale - Femme Fatale
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Etiquetas: Espanholadas, Novas
10 dezembro 2006
Seasons' greetings 01
08 dezembro 2006
Who put the 'S' in Soul?
Otis was the man!
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06 dezembro 2006
Westlife rulam
Nunca uma boys band me foi tão simpática como os Westlife (de quem não sei identificar uma única música) passaram a ser desde há 5 minutos. Ora vejam lá a notícia retirada do site da Mojo:"In terms of record sales, the last seven days have marked one of the most competitive periods of the year with the likes of The Beatles Love, Oasis’s ‘Best Of…’ Stop The Clocks and U2’s 18 Singles battling it out for the top slot in the UK albums chart. All three, however, have failed to stop pop act Westlife from triumphing, the Irish boy band out-selling all three legendary rock acts and securing the Number One slot. Westlife’s collection of covers, The Love Album, sold 219,000 copies, with Oasis reported to have shifted 215,000 units. The Beatles’s controversial remix Love outing sold 173,000 copies while U2’s low key singles collection sold approximately 102,000 copies."
Pois é, parece que para voltarem a ser n.º 1 os manos Gallagher vão ter que arrranjar escândalos novos, o Bono vai ter que arranjar outras causas sociais que faz de conta que ajuda e que lhe proporcionam momentos íntimos com o Bush e mesmo com o próprio Cherne, e o McCartney lá vai ter que levar um tiro. Ó Paul, se precisares de uma contribuiçãozinha para comprar a bala, sabes que podes contar com este teu amigo.
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Etiquetas: Hate









