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28 janeiro 2009

undercover of the night


Neste sábado regressam ao Radio Bar as noites (di)versões com os DJs Undercover, agora com a colaboração deste vosso amigo. Para quem não conhece o conceito, é uma noite inteira em que só tocam covers. Ele é a Kylie a cantar Roxy Music, ele são os Eels a cantarem Prince, ele são os Travis a cantar Britney, ele são os Jesus & Mary Chain a cantar Beach Boys, ele são os Ash a cantar Abba, ele são os Arctic Monkeys a cantar Amy, ele são os Gnarls Barkley a cantar Violent Femmes, ele são os Violent Femmes a cantar Gnarls Barkley, ele é o diabo a quatro e o fim do mundo em cuecas. So visto, porque contado ninguém acredita.

E se acham que uma cover nunca está à altura do original, tomem lá isto e depois digam. Donna Summer by Curve.


19 janeiro 2009

Polly-insaturados

Eis uma pausa para lanche que se revelou melhor do que a encomenda: acabo de descobrir que
a nossa querida Polly Jean vem ao Porto.
É no dia 2 de Maio, na CdM, e vem acompanhada do cavalheiro John Parish. Querem confirmar? Vão aqui.
No fim de Março é editado A woman a man walked by, o segundo disco da dupla. O filho único do casal é, por enquanto, o excelso e injustamente esquecido Dance Hall at Louse Point, de 1996 - isto apesar de Parish ser um colaborador assíduo dos últimos albuns de PJ Harvey (tendo até co-produzido White Chalk, melhor álbum de 2007 aqui na C-70 ).
Recordemos aquele disco e um dos seus melhores momentos: a recriação, pela nossa Deusa, de Is that all there is, o clássico de Leiber & Stoller originalmente gravado por Peggy Lee.


28 novembro 2008

só para avisar...

...que amanhã vou estar a alternar discos na belíssima companhia do Capitão Edu. vai ser no Altar, na R. de Cedofeita, e a noite vai ser só, mas mesmo só, dedicada a covers - ou 'versões', no caso de falarem línguas exóticas. Coisa fina, portanto.
Será que esta...

31 outubro 2008

Quel é a música de Halloween

... de entre todas as músicas de Halloween?
É esta.



you better duck,
when I show up

04 março 2008

come on over

Agora que a (excelente) versão do Mark Ronson com a a Amy anda por aí e o original caiu num imerecido esquecimento, batamos o pezinho com um dos melhores singles de 2006.
A verdadeira cheer-up song para um dia solarengo.

24 janeiro 2008

e se o 'waiting for the man'

tivesse sido produzido pelo Phil Spector?



and I talk to the filth and I walk to the door
I'm knee deep in myself, but I want to get more of that stuff
of that stuff

some candy talking
talk
and I want
and I want

some candy talking
(já agora, também fica uma cover que não desmerece)
Richard Hawley - Some Candy Talking

11 janeiro 2008

the runways of escape from our non-affair

(a propósito de covers da canção postada ontem)

there's no jet on my tarmac
no boat upon my atlantic


Mick Harvey - Non-affair


I search in vain for the exit
I search in vain for the way back

07 janeiro 2008

country roads

tenho para mim que as circunstâncias da morte de Gram Parsons (com 27 anos, de overdose e no meio do deserto) são a principal causa do culto que lhe é dedicado, e que provavelmente a sua obra não justifica. além de que quem usa um fato branco às flores tem muito que explicar. mas pronto, isto é apenas a minha opinião.
seja como for, e para além de ter sido um dos responsáveis por essa coisa híbrida a que se resolveu chamar country-rock (e que desde então tem proporcionado ao mundo algumas pérolas no meio de muito, muito lixo) deixou-nos meia dúzia de grandes canções. acima de todas, uma canção verdadeiramente soberba, chamada "a song for you", que aplica ao country o princípio que pouco depois os ramones aplicariam ao rock: dois acordes e uma melodia podem ser suficientes.


Gram Parsons - A Song for You
A propósito de gente sobrevalorizada, os Whiskeytown e o inefável Ryan Adams têm uma versãozita sofrível desta maravilha. Também cá fica, para não dizerem que aqui não reina a democracia.


Whiskeytown - A Song For You

(este post pretende ser o primeiro de mais uma das efémeras rubricas que a C70 vai tendo e deixando de ter; como o próprio nome indica, a dita cuja será dedicada a cenas aparentadas, mais de perto ou mais de longe, com a country... whatever it means)

15 novembro 2007

It's indie easy listening for me

Já viram o que o Paul Anka, esse velho maluco, fez a esta grande malha de há uns 3 ou 4 anos?

10 novembro 2007

Foi você que pediu um Porto Ferreira?

Evan Dando - Knowing me, knowing you

03 novembro 2007

1-2, experiências

The Czars - Angel eyes.mp3


Suede - Brass in pocket (cover Pretenders)


Afinal a coisa não é tão simples como parece, quando não se usa directamente o SkreemR. Enquanto vou fazendo experiências, aqui vão mais duas: primeiro a tal versão dos Abba pelos Czars. Depois uma versão dos Pretenders pelos Suede, que aqui há tempos alguns camaradas disseram não conhecer.
Cheerio.

22 setembro 2007

From him to eternity

Parece incrível, mas o senhor Nicholas Edward Cave, sem dúvida o australiano que eu mais admiro, faz hoje 50 anos.
Seria uma boa ocasião para escrever um post comprido, em que tentasse explicar como alguns discos dele foram importantes para mim, apesar de só ter contactado a sério com a sua música a partir de 1990, quando comprei o The Good Son. Depois disso comprei todo o back catalogue e tudo o que ele foi publicando. Até tenho o The Boatman's call autografado, numa sessão na HMV de Oxford Street em que trocamos breves palavras. Foi assim:
Joe: God bless you, Nick.
Nick (após ligeira pausa para ver quem tinha feito uma saudação tão bacoca): OK.
Pronto... não foi exactamente um diálogo do tipo socrático, mas é melhor que nada. Ou têm melhor para a troca?

Anyway, não era aí que eu queria chegar. O que queria dizer é que este Homem com dois Agás Grandes é em absoluto um dos meus cantores/compositores preferidos. E que lhe desejo muitos mais anos de vida e de actividade. E que um dia destes volte a aparecer por cá, porque já lá vão uns anos desde a última vez que o vi. Foi por volta de Abril de 2001, no Coliseu de Lx, na digressão do No more shall we part.
Para comemorar a data deixo não um, não dois, mas três clips. O primeiro remonta aos primeiros tempos dos Bad Seeds, e é a cover de uma das minhas canções preferidas, outrora cantada pelo King. O segundo é possivelmente a sua melhor canção de sempre, uma reflexão desesperada sobre a culpa e o castigo (ele costuma dizer que é sobre a cadeira eléctrica). O terceiro é uma canção de amor simples e perfeita, de um dos melhores discos dos 90's.

God bless you, Nick.