Mostrar mensagens com a etiqueta 60's. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 60's. Mostrar todas as mensagens

27 fevereiro 2009

this f-f-f-fire

Pois é, isto tem andado um bocado parado. Entre o trabalho, o Carnaval e a ida a Madrid para ver os nossos tricampeões espalhar classe, não tem sobrado tempo para deixar aqui qualquer coisinha. E isso está mal.
Esta noite o vosso bom Joe vai pregar para outra freguesia. Que é como quem diz, vai (na companhia de mais dois cachuchos) pôr uns discos no Bar 3.7centos, em S. João da Madeira. E se pensam que se trata de terra pouco cosmopolita, bem vos enganais. Já há mais de 40 anos que os Rolling Stones mencionam essa bela localidade nos seus textos. Fáxavor conferir aqui em baixo, aproximadamente por volta dos 40''.



E tenham um excelente fim de semana.

04 abril 2008

sweet and tender riot grrls

Desde ontem que ando a ouvir no carro uma colectânea das Shangri-Las. Sempre gostei de girl-groups, e estas meninas eram muito boas (muito boas artistas, quero eu dizer). Conseguiam imprimir às canções para teenagers um cunho dramático fora do comum, pelo tom com que cantavam, pelos diálogos e interjeições que metiam no meio das canções e pelas temáticas recorentes de amores desfeitos, adolescentes em fuga e motards rebeldes marcados pelo destino. Confirmem com aquela que é talvez a sua melhor e mais conhecida canção:



E agora ouçam mais esta, e digam lá: que duas grandes bandas nova-iorquinas (uma dos 70's, outra mais recente) vieram roubar umas deixas ao princípio e fim desta canção? Um pacote de farinha Branca de Neve, especial para bolos, a quem responder.



E um bom fim de semana.

22 fevereiro 2008

Gonna have fun in the city

É sexta feira, e a C-70 associa-se aos Easybeats para te/lhe/vos/ (riscar o que não interessa) desejar um fim de semana de loucura e perdição.
The Easybeats - Friday on my mind

10 janeiro 2008

les pavés de l' anamour

aucun Boeing sur mon transit
aucun bateau sur mon transat



je cherche en vain la porte exacte
je cherche en vain le mot 'exit'

09 janeiro 2008

are you ready, boots?

start walking


12 dezembro 2007

between thought and expression

lies a lifetime




jelly on your shoulder. do what you fear most. what makes your eyes moist. red pajamas. no kinds of love are better than others. lou, lou, lou, you kinky bastard.

06 novembro 2007

As voltas do mundo

Tempo de renovação na C-70.

28 outubro 2007

Sisters of mercy

Hoje tive uma prenda linda:uma freira Playmobil.
Com terço ao pescoço, Bíblia na mão e tudo.
Por acaso devo confessar que a coisa não era para mim. Mas gostei tanto que acabou por ser. E de qualquer forma o Filipe não a iria apreciar devidamente (espero eu).
Já andei à procura a ver se havia padres, cardeais e outros dignatários do Altíssimo. Ocorreram-me várias instalações e formas de interacção. Mas parece que não há. O mais aproximado que vi foram os Reis Magos.
E nada mais tendo a dizer, passo a palavra ao Sr. Cohen. De freiras percebe ele.

11 setembro 2007

Roses for the Stones

Pela enésima vez, a Mojo do mês passado trazia o Keith Richards na capa e um artigo de fundo sobre os Stones, colorido com o top-50 das suas canções, elaborado e comentado por outros músicos. Como não podia deixar de ser, isso deixou-me a matutar sobre o meu top pessoal, tendo constatado que (mais coisa menos coisa) as minhas preferidas estavam lá quase todas.
Desde o Undercover que não ouço um disco dos Stones do princípio ao fim. Mas mesmo fazendo de conta que eles acabaram há 25 anos e que coisas como o Anybody seen my baby, o Mixed emotions ou o Don't stop nunca foram escritas, nos (tipo) 20 anos anteriores há um acervo verdadeiramente obsceno de grandes canções. Então o período entre 66 e 78, entre o primeiro álbum de originais (Aftermath) e o último verdadeiro grande disco que fizeram (Some girls) é impressionante em temos de relação quantidade/qualidade. Pouquíssimos artistas ou bandas tiveram um período tão longo de génio criativo, com tanta produção e uma qualidade relativamente uniforme. Assim de repente, vem-me à cabeça (além do Bowie, claro) o Nick Cave, os Sonic Youth, o Dylan e poucos mais. A maioria fica-se (nos melhores casos) por 3 ou 4 grandes discos, e eventualmente mais uma meia dúzia que não envergonha - e falo aqui de gente que me é tão cara como os Clash, os Echo, os Pavement, o Cohen ou os Tindersticks.
Tudo isto para dizer o que já toda a gente sabe, mas de que às vezes nos esquecemos (lá está, são estes malfadados últimos 25 anos) : os Stones foram mesmo uma das maiores bandas de rock'n roll de todos os tempos, e sem eles o rock tal como o conhecemos não seria de certeza o mesmo. De qualquer modo, há canções que resistem muito melhor do que outras ao "teste Blister in the sun", que mede a capacidade de não provocar náuseas após 10.000 audições. É que há coisas históricas como o Satisfaction ou o Let's spend the night together que pura e simplesmente já não me dão gozo nenhum. Muitas escolhas pessoais têm mais a ver com o prazer que conseguimos continuar a retirar de uma obra que já conhecemos de cor do que com a importância ou a qualidade intrínseca das canções.
Dito isto, eis o meu top-10 (com menções honrosas para o Bitch, o Can't you hear me knocking, o Jumping Jack flash e o Ruby Tuesday, já que não podiam caber todas):

10 : She's a rainbow
09: Beast of burden
08: Sympathy for the devil
07: Gimme shelter
06: Doo doo doo doo doo (heartbreaker)
05: Paint it, black
04: Honky tonk women
03: Tumbling dice
02: Moonlight mile

A minha preferida é uma que de vez em quando tenho que cantar ao Filipe, numa clara demonstração de como o rock pode ser pedagógico. Nos tempos em que fumava acendia sempre um cigarro quando ela começava, porque sabia que iam acabar ao mesmo tempo. E claro que quem viu o The big chill nunca mais se esquecerá que esta também era a canção preferida do Alex.

04 agosto 2007

Des marins qui chantent les rêves qui les hantent

Este ano a minha literatura de férias vai ser temática. Vou ler ou reler livros de viagens marítimas, histórias de aventuras e de piratas. De momento estou a atacar a Revolta na Bounty, que é muito diferente do que imaginava, mas absolutamente absorvente. O próximo será provavelmente o Moby Dick, que já ando para ler há alguns anos. Depois, dependendo do tempo e do estado de espírito, relerei as Aventuras de Arthur Gordon Pym, um livro do Edgar A. Poe que li quando tinha uns 11 ou 12 anos, ou o 1º volume da colecção do Sandokan, que devo ter lido com 7 ou 8.
A canção com que tencionava ilustrar este post era o Navigator, dos Pogues, mas o YouTube não colabora. Deixo uma outra, porventura não tão apropriada mas incomparavelmente melhor. Um dos (o?) cantores/compositores não anglo-saxónicos de quem eu mais gosto, uma performance inebriante e uma canção soberba que fala de marinheiros, de portos e da cidade do pecado.



Se quiserem ouvir uma fantástica versão desta canção em inglês, por alguém acima de qualquer suspeita, podem ouvir aqui. Bizarramente, as imagens que verão são o clip de uma outra canção do Mestre, com esta canção sobreposta.

01 agosto 2007

E tudo em mim é um fogo posto

Hoje estamos de férias. Ou melhor 2/3 desta casa está de férias. E esses 2/3 vão comemorar o início de Agosto com um almoço num sítio simpático à beira-rio ou à beira-mar (já se verá), seguido de uma ida aos movies. Parece que o outro 1/3 tem uns exames para corrigir... azar!

A propósito do filme que estes 2/3 tencionam ir ver hoje, tomem lá uma cançãozita bem disposta, que era o tema do Shrek original, aqui cantada pelo seu legítimo autor. O mesmo que escreveu coisas como o Red Red Wine e o Girl, you'll be a woman soon (já sem falar desta preciosidade, evidentemente), o one and only Rei do Azeite, o Príncipe dos casinos, o Imperador do cetim branco e da lantejoula, um Senhor com "S" grande e provavelmente o meu maior guilty pleasure musical. Neil, para os amigos.

06 junho 2007

A girl called Ronnie

So won't you say you love me,
I'll make you so proud of me,
we'll make 'em turn their heads every place we go!




Era uma vez uma rapariga chamada Veronica Bennett, que dançava e cantava com a irmã Estelle e a prima Nedra em bares e salas de NY. Veronica encurta o nome para Ronnie. A sua voz colossal e a sua beleza exótica fazem-na a líder natural do trio, que passa a chamar-se Ronettes.
Em 1963 o caminho das Ronettes cruza-se com o de Phil Spector. A voz majestosa encontra o Wagner louco e megalómano da pop, e desta explosão nasce aquele que é bem capaz de ser o maior single pop jamais produzido. Ninguém fica indiferente, todos se voltam para os ver passar.
Mais de 20 anos depois, esta canção estaria presente no primeiro momento perfeito de uma das bandas mais importantes dos anos 80, que começa com o mesmo boooom, boom-boom, bang. Uma obra prima gera outra. Além disso abre um dos meus filmes favoritos, o Mean Streets de Scorsese. É tão perfeita que não conheço quem se tenha atrevido a gravar uma cover.
Infelizmente para os Spectors, o resto da história não é exactamente um conto de fadas. Casaram, ele enlouqueceu e enclausurou-se/a em casa, divorciaram-se, e neste momento Phil Spector enfrenta a perspectiva de prisão perpétua pelo homicídio de uma actriz. Já a nossa Ronnie lançou no ano passado um disco que faz lembrar os seus gloriosos anos 60, e que passou injustamente despercebido. Chama-se The last of the rock stars e até tem uma nova versão de Ode to LA, a canção em que colaborou com os Raveonettes (que assumem sem disfarces a herança do casal Spector, desde o nome à saturação sonora). Ouçam-no e não se arrependem. Eu ando a ouvi-lo em regime non-stop.
Woah, oh, oh, oh, oh....

31 maio 2007

Quote of the day - Kinks / Wonder boy

Wonder boy, and the world is joy, every single day,
Its the real McCoy, wonder boy.




Boa sorte, wonder boy, foi pena não teres tido tempo para mostrar mais habilidades por cá.
Qualquer dia há-de vir outro.

30 março 2007

Peel slowly and see... 40 years now!

2007 é um ano de efemérides. Já vos falei dos 60 anos do grande Camaleão, mas há mais gente e, sobretudo, muitos discos que fazem aniversários redondos neste ano da graça de NSJC.
Algures em Março de 1967 (a maior parte das fontes fala do dia 12, algumas do dia 15) foi editado nos EUA um disco que 40 anos depois seria considerado por muita e muito boa gente como o melhor, mais importante e mais influente disco da história do Rock. O disco com uma das capas mais carismáticas jamais editadas, ainda que já sem a banana rosa por baixo do autocolante (parece que a edição de vinil japonesa ainda continua a ser assim; alguém vai ao Japão?). O tal disco do qual se diria (a frase é atribuída a Brian Eno) que "poucos foram os que o compraram, mas todos formaram uma banda". Lamento contrariar o autor, mas conheço pelo menos uma excepção. E até já comprei uns 4 ou 5 exemplares.
Abre com uma caixa de música e uma melodia simples como as de qualquer caixa de música. Uma nota de John Cale abre as portas à voz sussurrada de Lou Reed, que nos fala, como ele explica num disco ao vivo, de uma daquelas manhãs depois de uma noite em que tudo correu mal. Mas não faz mal, porque há sempre alguém que nos vai chamar.
Segue-se um número de perfeito e (aparentemente) convencional good old-fashioned rock'n roll. Piano, guitarra e bateria. Lou Reed conta-nos, com basta e incontestada experiência de causa, como é que se compra droga na baixa de NY. É preciso esperar pelo homem, que vem sempre atrasado. Mas faz-nos sentir muito bem, pelo menos até ao dia seguinte.
Entra Nico, o ícone, e fala-nos de si. Diz para termos cuidado, porque toda a gente sabe o que ele faz para agradar. Vindo de quem assim canta, nem por um segundo duvidamos. You're written in her book, indeed.
E se alguém tinha pedido um violino estridente, uma batida hipnótica e um poema sobre S/M, aqui vêm eles. A partir do livro de Sacher-Masoch, Reed fala-nos de submissão, botas de couro, cintos, chicotes, abandono. Taste the whip, in love not given lightly, taste the whip now bleed for me. Não é exactamente um modelo de subtileza.
Voltamos ao rock e às drogas, agora de forma menos ligeira. Alguém tenta fugir da morte e não vai conseguir. A Teenage Mary que vendeu a alma, a Margarita Pasion que estava a ressacar, a Seasick Sarah e o seu nariz dourado, o Beardless Harry que achava que não lhe aconteceria a ele. Todos fugiram, fugiram, fugiram, em vão.
Mais uma incursão na mundanidade, a lembrar que esta era a banda de Andy Warhol e da Factory, a banda de gente que fazia parte da beautiful people do underground novaiorquino. E que se ri de quem não é cool como eles. De quem não usa cabedais e óculos de sol blasé. De quem se preocupa com a roupa que vai vestir na próxima festa, mais do que com se divertir na festa, engatar uma miúda, ou um miúdo, ou uma miúda e um miúdo, arranjar drogas. De quem vai chorar para trás da porta. De qualquer anti-Cinderella.
O lado B abre com a canção mais forte do disco, e uma das mais marcantes (provavelmente A mais marcante) da carreira da banda. Que fala de drogas (surprise!), de todas as drogas, apesar de o título ser bastante preciso. Das drogas que nos fazem querer ter nascido há mil anos e sermos marinheiros, antes o escorbuto do que o cavalo, que nos faz sentir os filhos de Deus mas vai ser a nossa morte. When the heroin is in my blood, and that blood is in my head, then thank God that I'm as good as dead, then thank your God that I'm not aware, and thank God that I just don't care, and I guess I just don't know. Mai' nada.
Segue-se, estranhamente, canção mais light do disco. Pelo menos musicalmente, esta história da rapariga que está de joelhos e não chora nem pede licença, é a única peça verdadeiramente descontraída do alinhamento. Quem é ela? Uma prostituta ou uma mulher em quem o marido bate? Seja quem for, sabemos que vai voar como um passarinho, e isso já é qualquer coisa.
Da heroína ao amor é um pequeno salto. Afinal, é tudo uma questão de dependências. E sermos o espelho de alguém, reflectirmos o que ele/ela é, sermos o vento, a chuva e o por-do-sol, a luz da entrada que lhe mostra que chegou a casa, é uma dependência. Não como outra qualquer, mas uma dependência.
O disco termina com as duas faixas mais marcadamente experimentais, que prenunciam o caos que chegaria no ano seguinte com White light/White heat. Na primeira, o anjo da morte convida-nos a escolher entre tudo o que não vale a pena, para nos fazer ver que nada vale a pena e que a melhor escolha é partir. Choose to go. Na segunda, dedicada ao seu professor preferido (o poeta Delmore Schwartz), Reed faz uma (então) rara incursão na poesia mais social ou política (forma em que atingiria a quase perfeição mais de 20 anos depois, no colossal New York). O curto texto fala, muito vagamente, do desencanto com uma América conservadora e obcecada com o sucesso. Mas em que, de repente, nos podem levar o nosso belo carro azul e as paredes verdes, you'd better say so long, hey hey, bye bye bye... Uma América (já) sem as referências humanistas dos pais, aqui transformados em filhos pela soberba de quem descobriu que dinheiro e arsenal são poder.

Apesar da indicação da capa, é hoje mais do que sabido que Andy Warhol pouco ou nada teve a ver com a produção do disco. O trabalho foi fundamentalmente da própria banda, não sendo muito certo o verdadeiro papel que coube a Tom Wilson, creditado apenas com a produção de Sunday Morning. E muito do fascínio e do poder de atracção que este disco exerce sobre quem se cruzar com ele vem exactamente da sub-produção, que nos deixa perceber a qualidade das canções e a forma apaixonada de quem as toca e canta - ainda que nem sempre de forma tecnicamente irrepreensível. Por isso é que convenceu gerações a fio, em 40 anos, que também podem escrever, tocar e cantar canções de rock.
O maior disco de todos os tempos? É possível, ou mesmo provável. Sem este, o disco da minha vida não seria o mesmo, nem por sombras. Mas desse hei-de falar em Junho, quando fizer 35 anos.
Dois docinhos para terminar. Espero que gostem.




08 março 2007

Sim, Sr. Ministro

Gilberto Gil e Os Mutantes, com a Rita Lee lá pelo meio. Há 40 anos.
Com aquela pêra até parece um guarda-redes que deu um frango jeitoso num jogo da Liga dos Campeões desta semana. E feriu Zé, feriu Zé.

06 março 2007

Quote of the day - Nico / Chelsea girls

Here's Room 115, filled with S & M queens
Magic marker row, you wonder just high they go.
Here they come now
See them run now
Here they come now
Chelsea Girls

'Bora papá-las!

08 dezembro 2006

Who put the 'S' in Soul?

Provavelmente o mais soulful de todos os cantores soul. Vejam esta performance e tentem encontrar um adjectivo menos forte do que "brutal" ou "esmagador". O que teria sido a carreira deste homem se não tivesse morrido com 26 anos?

Otis was the man!

19 agosto 2006

Quote of the day - David Bowie / Memory of a free festival

The Children of the summer's end
Gathered in the dampened grass
We played our songs and felt the London sky
Resting on our hands, it was God's land
It was ragged and naiveIt was Heaven


A canção é um bocado pirosa, mas não me ocorre melhor para ilustrar a ressaca daquela que foi provavelmente a melhor edição do melhor festival português. Não fosse a chuva e teria sido ainda melhor. Sem tempo para grandes conversas, a C-70 deixa imagens dos melhores momentos do festival, penalizando-se por se ter esquecido de fotografar o grande espectáculo que deram os Eagles of death metal. Outros (Gomez, We are scientists, Madrugada e etc.) não estão aqui porque foram realmente menores em face da concorrência.






Por ordem: Broken Social Scene (e agora quem fala mal dos trombones de varas??); Morrissey (havia necessidade daquela saída de palco?..); Gang of four (be afraid, micro-waves... be very afraid); YYY's (O, Karen...); Bloc Party (brutal!); !!! (os mais divertidos, para mim a grande surpresa do festival); Cramps (a passar a meia idade ainda mostram como é que se faz); Bauhaus (a redenção de Peter Murphy, depois de no ano passado ter escrito cobras e lagartos sobre a pimbalhada que foi a sua actuação em Vilar de Mouros).
E por uns tempos é tudo. A C-70 vai a banhos por 2 semanitas, e estará de volta em princípios de Setembro. Beijos e abraços, fiquem bem e não façam nada que eu não fizesse.

04 junho 2006

Quote of the day - Beach Boys / Kokomo

Off the Florida Keys, there's a place called Kokomo
That's where you wanna go to get away from it all
Bodies in the sand, tropical drinks melting in your hand,
We'll be falling in love to the rhythm of a steel drum band,
Down in Kokomo...


A Classe de 70 iniciou a época balnear com dois saltinhos à Apúlia e a Labruge, e está em condições de assegurar que a nortada está tão boa como no ano passado.
Nada melhor do que chamar à colação a summer tune entre todas as summer tunes, a canção que sempre nos faz sentir com os pés molhados e a beber água de coco, nada mais nada menos que o tema do concerteza infame Cocktail (de que tenho a sorte de só conhecer o trailer).
Dada a mediocridade do vídeo da versão original, e na falta de clip para a melhor versão desta musica (a de Adam Greem e Ben Kweller), temos o grato prazer de vos proporcionar um reencontro com Cocas e Gonzo. E boa praia para todos!


02 junho 2006

Quote of the day - Rolling Stones / Paint it, black

I see a red door and I want it painted black
No colors anymore I want them to turn black
I see the girls walk by dressed in their summer clothes
I have to turn my head until my darkness goes

A Classe de 70 rendeu-se ao negro.



Não tem nada a ver com a cítara do Brian Jones, nem com os arranjos que o Bill Wyman diz que foram dele. Apesar de ser um canção do caraças, como eles sabiam fazer há 40 anos. Ora vejam aqui e digam lá que não.

Muito menos é para imitar o look de tantos blogues amigos, ou só conhecidos, em que se fala mais ou menos das mesmas coisas de que se fala aqui, e que quase invariavelmente têm um fundo preto. Não: o que se passa mesmo é que me pus a mexer no template anterior, e a coisa ficou de tal forma defeituosa que o melhor foi mesmo mudar de roupa. E como este parece mais user-friendly, lá tive que me juntar ao grupo de corvos. Crwaaaaaaaaak!