29 dezembro 2007

A lista

Confesso que este ano não estou com grande pachorra para fazer a minha lista dos melhores de 07. Mas um gajo tem que estar à altura das suas obrigações. E o proprietário de um blog em que se fala sobretudo de música tem essa obrigação. Como não estou para pensar muito, este ano só ponho por ordem os 5 mais. Aí vão eles.








E a 1ª dama do ano, a quem todos deveríamos beijar os pés


Outros 10 grandes discos de 2007, por ordem alfabética:

Beirut - The Flying club cup
Bloc Party - A weekend in the city
Blonde Redhead - 23
Grinderman - Grinderman
Jens Leckman - Night falls over Kortedala
Mark Ronson - Version
Radiohead - In Rainbows
The Go! Team - Proof of youth
The National - Boxer
Thurston Moore - Trees outside the academy

Melhor canção do ano: Interpol - Pioneer to the falls
Disco mais injustiçado: Bloc Party - A weekend in the city
Disco mais sobrevalorizado: FucKlaxons - Myths of the near future
Promessas do ano: The Teenagers, Bat for Lashes, St. Vincent, The Horrors
Desilusão do ano: White Stripes

Como prendinha de ano novo aqui fica a canção que abre aquele que foi o meu disco do ano em 2002 (ano em que, aliás, a concorrência foi brutal!), e que me tem feito muita e boa companhia nos últimos tempos. Só espero que a mensagem se aplique a todos nós.
Let the golden age begin, folks!
Um grande 2008 para todos.

7 comentários:

M.A. disse...

Com esta fizeste-me ir buscar o "Sea change" à prateleira.
Quanto às escolhas do ano, não tendo muito em comum com as minhas, penso que foram devidamente justificadas neste tasco ao longo dos últimos doze meses.

Grande abraço e 2008 em grande!

Shumway disse...

Gostos não se discutem.
A selecção é muito boa.
Só estranhei o Mark Ronson (mas não duvido do teu bom gosto...)

Abraço

O Puto disse...

Foste dos poucos que colocou os Interpol no pódio, bem como a PJ, que tem um dos álbuns mais subvalorizados do ano. Curiosamente, tive uma sensação semelhante ao ouvir "White Chalk" e "Sea Change". Abraço e um excelente 2008!

Joe disse...

Eu sei que o disco dos Interpol não foi apreciado pela maior parte das pessoas com quem tenho afinidades musicais, mas acho-o de facto muito bom. Com o da PJ é diferente, acho que muita gente não teve pachorra para o ouvir. Mas tenho quase a certeza que será redescoberto por muitos em 2009. Engraçada a associação que o puto fez com o Sea Change. Nem sequer tinha pensado nisso apesar de ter ouvido ambos muitas vezes nos últimos tempos, mas tens toda a razão.
O disco do Mark Ronson está muito bem feito e é muito boa onda, com algumas versões ainda melhores do que os originais. Foi um disco que me deu muito gozo ouvir e que não me cansou nada, e por isso o incluo.
Abraços

O Puto disse...

Tirando o Robbie Williams e um ou outro tema, gosto muito das versões do Mark Ronson, bem como dos 2 originais.

joaquim.guilherme disse...

Por acaso acho imensa piada à versão dele dos radiohead e dos coldplay, principalmente... Quanto aos discos, a menina Polly a quem todos beijariam os pés menos eu (fiquemos por aqui) não me convenceu este ano, de forma alguma. Também não gostei dos Bloc Party, talvez seja daqueles discos que se aprende a gostar. Ouvi-o duas vezes e nunca mais peguei nele...
Houve alguns grupos que lançaram discos que, apesar de foleiros, incluiram grades singles: Pogo, dos Digitalism, ou a D.A.N.C.E. dos Justice.
Sou suspeito porque sou grande fã dos tipos, mas o cd dos Stereo Total (Paris Berlin) também é engraçado. Bem pior que os últimos, indeed.
Percebo o encanto que a c70 encontra nos Bat For Lashes e parece-me que não é só a música. :D
O In the Red, dos Michael Dracula, é um bom cd, e também não foi conhecido por cá...

Anónimo disse...

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