09 março 2009
O que é preciso é estilo
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24 novembro 2008
loucos ao poder
Ocorreu-me esta música a propósito do concerto dos Mão Morta no auditório de um hospital psiquiátrico. Não lembra ao careca organizar uma coisa destas numa sala só com lugares sentados em cadeirinhas de veludo. Não dá, caraças, é contra-natura. Mas num palco encabeçado por uma faixa em que se lia "75 anos ao serviço da saúde mental" tudo pode acontecer.
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Etiquetas: 80's, Concertos, MM, Punk / New-wave
21 novembro 2008
luxúria no sanatório
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03 abril 2008
à distância de uma auto-estrada
Depois dos Rakes, o bando das loiraças compridas e muito agradáveis à vista e ao ouvido tembém se junta à seita do Sr. Gillespie na primeira noite de Agosto, lá para o alto minho. Vai ser sempre a rockenrollar, como dizia o outro.
01 novembro 2007
24 setembro 2007
Quote of the day - Mão Morta / Velocidade escaldante
Os putos vêm só para dar um fix
Estendem-se pelo quarto a folhear comics
Esquecem gringas a marcar os livros
E morrem de volúpia num esgar feliz
Sempre a propósito a educação musical das crianças, ontem presenciei um belo momento.
E isso é bonito.
20 setembro 2007
Tugas that kick ass: Mão Morta / Budapeste
Fico à espera que os gajos se dignem lançar o tão requisitado DVD com os clips destes 20 e tal anos, para poder voltar a ver coisas como o Chabala, o Anjos Marotos ou o Em directo para a TV.
Se entretanto quiserem saber o que está disponível, a própria banda tem a fineza de fazer uma lista aqui. Já agora, para quem gostar e se der ao trabalho, grande parte da actuação deles deste ano em Coura está no YouTube.
Melhor banda rock portuguesa de sempre. Period.
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23:56
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12 maio 2007
"Estou sujo, roído dos piolhos...
01 novembro 2006
Quote of the day - Mão Morta / 1º de Novembro
Um traço, um berço
Dois destinos que se cruzam na lonjura da distância
Erva fálica pelo caminho
Distúrbios, subúrbios
Automóveis ferrugentos desenhando o horizonte
Os paralelos asfixiam a alma
Solidão, saudade
Romagens, romaria aos queridos defuntos
Carcaças abandonadas ao passado
Lágrimas, fábricas
Tempo invernoso sublinhando a ausência
A música ouve-se triste
Solidão!
Saudade!
Romagens!
Romarias!
Solidão!
Saudade!
Queridos!
Defuntos!
Quantos mais 1os de Novembro passo, mais certeza tenho de que quero ser cremado. Mas calma, ó Grande Arquitecto... não tenho pressa.
11 junho 2006
Pela estrada fora, eu vou bem sozinha...
Ainda não fui ver o filme, mas por aquilo que tenho lido quer-me parecer que o realizador de Hard Candy, que estreou esta semana, andou a ver às escondidas telediscos da melhor banda portuguesa.
Para quem não conhece, avisa-se que o clip deste Cão da Morte não tem bolinha vermelha. Tem vários salpicos vermelhos.
07 abril 2006
Adolfo e os sacanços
ganharem dinheiro a construir ou a vender casas, os outros têm o mesmo direito de ganhar dinheiro a compor e a vender canções!
Isto leva-nos ao Sr. Armstrong. A entrevista a que aqui se fez referência é pura demagogia. Ele é representante de uma indústria e defende pura e simplesmente os interesses dessa indústria. Não defende os autores, os músicos ou a música portuguesa, nem directa nem indirectamente, contrariamente ao que pretende fazer crer. E o interesse dessa indústria é vender muitos discos novos no mais curto espaço de tempo e com o máximo de lucro. Para isso apoia-se em música descartável, criando apetites imediatos sucessivos.
A internet, ao permitir que o apetite criado seja satisfeito gratuitamente, e também sucessivamente, ao ritmo dos apetites, e sendo a música assim consumida maioritariamente descartável, isto é, não susceptível de paixão duradoura, isso salda-se para a indústria num enorme vazio de vendas - exactamente na área que tradicionalmente lhe dá mais lucro. Efectivamente, se a música não fosse descartável, a internet funcionaria antes como um poderosíssimo meio de divulgação - e as pessoas que fizessem download iriam a seguir comprar o disco, quando tivessem dinheiro ou oportunidade, porque queriam ter aquele disco. Assim não, ouvem, saciam-se, desinteressam-se e passam para o apetite seguinte criado pela indústria...
Quanto ao chicote do Sr. Armstrong, quero ver que tipo de actuação legal a indústria vai empreender - não estou a ver como, com a actual legislação portuguesa, podem incriminar particulares pelo P2P...Não é ilegal partilhar música; e seria absurdamente imoral se se punisse uma partilha de música que, por hipótese limite, nem sequer estivesse à venda no mercado discográfico. Qual o objectivo da punição? Que interesse colectivo defendia, se nenhum interesse, nem mesmo particular, tinha sido ameaçado ou violado?
Por exemplo, nas últimas semanas interessou-me estudar o underground nova-iorquino da década de 70: onde mais poderia ter encontrado música de Gang War, Dead Boys, Neon Boys, Dictators, Wayne County, Heartbreakers, Johnny Thunders, etc, senão na net? Mas mesmo que houvesse discos nas lojas (que não há), teria que comprar tudo para ter a panorâmica que me interessava? Mesmo havendo coisas que não me interessava ter, mas que só o saberia depois de as ouvir? Se esta minha busca na internet fosse interdita e punível, o que acontecia? Eu não ia, como respeitador que sou... O que ganhava a indústria? Nada! O que ganhava o país? Nada! O que ganhava eu? Nada! E isto mesmo tratando-se de discos que, por suposição, existissem nas lojas - afigurando-se o desejo de uma panorâmica do underground nova-iorquino como um empreendimento financeiramente megalómano, eu desistia imediatamente dele. Ganhava-se alguma coisa? Nada!
Enfim, podia continuar, nomeadamente sobre os direitos de autor a pagar pelos servidores de acesso à internet, mas já devem estar fartos de me ler... Acho que já dá para terem uma ideia da minha posição, susceptível de ser contrariada por melhor opinião.
Um abraço,
Adolfo LC"
à(s)
23:24
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Quote of the day - Mão Morta / Maria, Oh Maria
Maria, no regresso a casa vi dois elfos a lutar,
Oh Maria, e dois outros a sangrar.
As trevas estão por aí, escondidas
À espera que eu apague a luz
Para se lançarem sobre mim.
A Classe de 70 celebra a sua banda portuguesa preferida,
e a chegada na volta do correio da edição em DVD do Muller no Hotel Hessischer Hof, com rapidez e a um preço popular!
