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11 dezembro 2008

I don't think I will let another chance pass me by

Hoje é daqueles dias em que nem o cinzento do céu encobre o azul que nos vai na alma. Daqueles dias em que acordamos bem dispostos e nos apetece cumprimentar as pessoas na rua, em que até as capas da Bola e do Record nos fazem sorrir. Um dia em que na nossa cabeça ouvimos violinos e pandeiretas e bonitas melodias pop. Como esta.



Vi estes moços no fim de semana passado no Razzmatazz, em Barcelona. Catitas, apesar de a audiência estar mais interessada em socializar e beber o seu copo do que no concerto.

20 fevereiro 2008

reverie

Nunca fui grande fã dos Stereolab. Nada contra, apenas nunca me entusiasmaram por aí fora. Ontem os Raveonettes cantaram (aliás, a gaja cantou, porque o pobre moço estava mais mudo que o Buster Keaton) uma canção deles , e hoje acordei a assobiar isto. Isto é giro.
É sobre a infância e as memórias. E traz-me memórias de um fim de semana prolongado, já lá vão muitos anos. Um amigo meu tinha isto numa cassete, provavelmente gravada da XFM.
E tem violinos, e um refrão tipo montanha-russa.
E cenas.
Pronto, é giro.

08 fevereiro 2008

ena ena ena ena ena ena pá!

... então não é que já é sexta-feira?



um weekend em grande para todos.

11 janeiro 2008

the runways of escape from our non-affair

(a propósito de covers da canção postada ontem)

there's no jet on my tarmac
no boat upon my atlantic


Mick Harvey - Non-affair


I search in vain for the exit
I search in vain for the way back

10 janeiro 2008

les pavés de l' anamour

aucun Boeing sur mon transit
aucun bateau sur mon transat



je cherche en vain la porte exacte
je cherche en vain le mot 'exit'

04 agosto 2007

Des marins qui chantent les rêves qui les hantent

Este ano a minha literatura de férias vai ser temática. Vou ler ou reler livros de viagens marítimas, histórias de aventuras e de piratas. De momento estou a atacar a Revolta na Bounty, que é muito diferente do que imaginava, mas absolutamente absorvente. O próximo será provavelmente o Moby Dick, que já ando para ler há alguns anos. Depois, dependendo do tempo e do estado de espírito, relerei as Aventuras de Arthur Gordon Pym, um livro do Edgar A. Poe que li quando tinha uns 11 ou 12 anos, ou o 1º volume da colecção do Sandokan, que devo ter lido com 7 ou 8.
A canção com que tencionava ilustrar este post era o Navigator, dos Pogues, mas o YouTube não colabora. Deixo uma outra, porventura não tão apropriada mas incomparavelmente melhor. Um dos (o?) cantores/compositores não anglo-saxónicos de quem eu mais gosto, uma performance inebriante e uma canção soberba que fala de marinheiros, de portos e da cidade do pecado.



Se quiserem ouvir uma fantástica versão desta canção em inglês, por alguém acima de qualquer suspeita, podem ouvir aqui. Bizarramente, as imagens que verão são o clip de uma outra canção do Mestre, com esta canção sobreposta.

16 abril 2007

Play-doh rock'n roll

Adivinha: qual é a coisa, qual é ela, que é melhor do que uma banda de garage-rock
Resposta: uma banda de garage-rock só com gajas,
giras,
francesas,
com tipo 20 anos.

E depois dizem que Deus não existe.


Les Plasticines - Loser (clip)